{"id":664,"date":"2020-12-01T05:21:38","date_gmt":"2020-12-01T05:21:38","guid":{"rendered":"https:\/\/ftd.cognihealth.in\/?page_id=664"},"modified":"2024-11-01T03:50:02","modified_gmt":"2024-11-01T03:50:02","slug":"ive-tried-everything-nothing-helps","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/neurosymptoms.org\/pt_PT\/treatment\/ive-tried-everything-nothing-helps\/","title":{"rendered":"\"J\u00e1 tentei de tudo mas nada me ajuda\""},"content":{"rendered":"\n<p>Se j\u00e1 tentou de tudo neste site e meses depois n\u00e3o est\u00e1 melhor, o que poder\u00e1 fazer agora?<\/p>\n\n\n\n<p>Nem todos os doentes com sintomas funcionais e dissociativos melhoram.<\/p>\n\n\n\n<p>Algumas pessoas t\u00eam uma vulnerabilidade maior e persistente a toda uma variedade de sintomas funcionais. Parece que, assim que um sintoma melhora, outro novo aparece para substituir o anterior. Esse tipo de situa\u00e7\u00e3o pode ser particularmente desmoralizante para a pessoa. Com frequ\u00eancia, come\u00e7am a sentir-se hipocondr\u00edacos porque est\u00e3o sempre no m\u00e9dico, e os exames geralmente s\u00e3o normais.<\/p>\n\n\n\n<p>Se o seu m\u00e9dico e os outros profissionais de sa\u00fade tentaram o seu melhor e voc\u00ea enquanto doente tamb\u00e9m tentou o seu melhor, ent\u00e3o os seus sintomas poder\u00e3o ser cr\u00f3nicos e poder\u00e1 ter que aprender a viver com eles.<\/p>\n\n\n\n<p>Isso n\u00e3o significa os sintomas ficar\u00e3o para sempre. \u00c0 medida que se envelhece, os sintomas podem desaparecer.<\/p>\n\n\n\n<p>Para os m\u00e9dicos isto \u00e0s vezes pode ser dif\u00edcil de explicar. \u00c0s vezes, eles acham que, porque n\u00e3o h\u00e1 danos que os pacientes devem sempre melhorar. Isso n\u00e3o \u00e9 sempre verdade.<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o se sinta culpado por ainda n\u00e3o ter conseguido melhorar. Pode acordar com o m\u00e9dico que o segue consultas peri\u00f3dicas para ir monitorizando a situa\u00e7\u00e3o. Pode ser importante, por exemplo, otimizar a medica\u00e7\u00e3o e monitorar a sua sensa\u00e7\u00e3o de bem-estar geral.<\/p>\n\n\n\n<p>Numa minoria de pacientes (menos de 5%), a raz\u00e3o pela qual eles n\u00e3o melhoraram prende-se com o facto do diagn\u00f3stico estar incorreto. Embora \u00e0s vezes seja importante rever o diagn\u00f3stico, para a grande maioria dos pacientes, tentativas repetidas e frustradas de procurar um diagn\u00f3stico alternativo, quando j\u00e1 t\u00eam um diagn\u00f3stico correto de um dist\u00farbio funcional, tamb\u00e9m pode ser altamente prejudicial. Para muitas pessoas, esses exames ou consultas repetidos s\u00e3o uma das raz\u00f5es pelas quais elas n\u00e3o melhoraram. \u00c9 compreens\u00edvel que os pacientes sintam que o sintoma deve ser causado por uma doen\u00e7a como a esclerose m\u00faltipla ou a doen\u00e7a de Parkinson, especialmente quando essas s\u00e3o doen\u00e7as de que todos j\u00e1 ouvimos falar. Mas como poder\u00e1 come\u00e7ar a tentar melhorar de algo quando n\u00e3o tem confian\u00e7a de que o diagn\u00f3stico est\u00e1 correto?<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 nesse momento que \u00e9 importante que o seu m\u00e9dico possa explicar como o diagn\u00f3stico foi feito. Deveria ter sido feito com base em caracter\u00edsticas positivas dos sintomas t\u00edpicos de sintomas funcionais ou dissociativos. Leia a p\u00e1gina sobre diagn\u00f3stico incorreto se quiser ler mais sobre isso.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>If you have tried everything on this website and months later you are no better, what should you do now?<\/p>\n","protected":false},"author":65,"featured_media":0,"parent":1012,"menu_order":308,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"page-template\/symptom-details-page-template.php","meta":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/neurosymptoms.org\/pt_PT\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/664"}],"collection":[{"href":"https:\/\/neurosymptoms.org\/pt_PT\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/neurosymptoms.org\/pt_PT\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/neurosymptoms.org\/pt_PT\/wp-json\/wp\/v2\/users\/65"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/neurosymptoms.org\/pt_PT\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=664"}],"version-history":[{"count":78,"href":"https:\/\/neurosymptoms.org\/pt_PT\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/664\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":15621,"href":"https:\/\/neurosymptoms.org\/pt_PT\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/664\/revisions\/15621"}],"up":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/neurosymptoms.org\/pt_PT\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/1012"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/neurosymptoms.org\/pt_PT\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=664"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}