{"id":649,"date":"2020-12-01T04:52:14","date_gmt":"2020-12-01T04:52:14","guid":{"rendered":"https:\/\/ftd.cognihealth.in\/?page_id=649"},"modified":"2025-06-30T11:16:40","modified_gmt":"2025-06-30T11:16:40","slug":"treatment-of-functional-seizures","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/neurosymptoms.org\/pt_PT\/treatment\/treatment-of-functional-seizures\/","title":{"rendered":"Tratmento das crises dissociativas\/n\u00e3o-epil\u00e9ticas"},"content":{"rendered":"\n<p>Considerando as crises dissociativas como algo comum, \u00e9 algo chocante que haja t\u00e3o poucas op\u00e7\u00f5es terap\u00eauticas para estes pacientes.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas nos \u00faltimos anos tem havido alguns progressos nesta \u00e1rea. Esta sec\u00e7\u00e3o \u00e9 baseada nestas descobertas, mas tamb\u00e9m na pr\u00f3pria experi\u00eancia dos autores em tentar ajudar centenas de pacientes com essas crises a melhorar.<\/p>\n\n\n\n<p>Se ainda n\u00e3o as leu, leia as seguintes sec\u00e7\u00f5es antes de avan\u00e7ar:<\/p>\n\n\n\n<p>1. Convuls\u00f5es \/ crises n\u00e3o epil\u00e9ticas<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 muito importante entender que este tipo de crise \u00e9 comum, n\u00e3o significa que esteja a ficar maluco, n\u00e3o resulta em ferimentos f\u00edsicos graves e \u00e9 potencialmente revers\u00edvel sem medica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>2. &nbsp;Compreender o diagn\u00f3stico<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 essencial a confian\u00e7a no seu m\u00e9dico.<\/p>\n\n\n\n<p>3. Psicologia? N\u00e3o estou maluco<\/p>\n\n\n\n<p>Leia esta sec\u00e7\u00e3o para compreender por que raz\u00e3o o seu m\u00e9dico poder\u00e1 ter sugerido uma ida ao psic\u00f3logo.<\/p>\n\n\n\n<p>A maioria dos pacientes com crises n\u00e3o-epil\u00e9ticas ou dissociativas tem um sintoma de aviso antes das suas crises &#8211; n\u00e3o sempre, e muitas vezes s\u00e3o apenas breves durando apenas alguns segundos.<\/p>\n\n\n\n<p>Alguns pacientes t\u00eam um sintoma de aviso, mas n\u00e3o se conseguem recordar ap\u00f3s a crise. \u00c0s vezes, um amigo ou parente poder\u00e1 lembrar-se, mesmo que o paciente n\u00e3o o consiga.<\/p>\n\n\n\n<p>Alguns pacientes nunca t\u00eam um sintoma de aviso.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas aprender a reconhecer os sintomas de alerta, pode ser um fator-chave para aprender a controlar essas crises.<\/p>\n\n\n\n<p>Durante a crise, est\u00e1 a perder o controlo do seu corpo. O objetivo do tratamento \u00e9 encontrar estrat\u00e9gias para o ajudar a recuperar o controlo.<\/p>\n\n\n\n<p>Um estudo feito em Londres em pacientes com crises dissociativas mostrou recentemente que tipo de sintomas se podem ter nesta fase de alerta. Os autores compararam pacientes com crises dissociativas com pacientes com crises epil\u00e9pticas. Sintomas como dor no peito, cora\u00e7\u00e3o acelerado, falta de ar, sudorese, dorm\u00eancia ou formigueir, ou uma sensa\u00e7\u00e3o de &#8220;enlouquecer&#8221; eram muito comuns antes das crises em pacientes com convuls\u00f5es dissociativas.<\/p>\n\n\n\n<p>Estes s\u00e3o todos os sintomas correspondentes a uma descarga de adrenalina e s\u00e3o tamb\u00e9m observados nos ataques de p\u00e2nico. Revelam que o sistema nervoso entrou num estado de &#8220;alerta vermelho&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p>Tabela 1. Pacientes com crises dissociativas frequentemente apresentam sintomas que sugerem que est\u00e3o em estado de &#8220;alerta vermelho&#8221; antes da crise (de John Mellers e Laura Goldstein. Sintomas de comportamento evasivo e dissocia\u00e7\u00e3o em pacientes com crises dissociativas. Neurology, Neurosurgery, and Psychiatry 2006; 77: 616-621)<\/p>\n\n\n\n<p>O mesmo estudo tamb\u00e9m mostrou que os pacientes com crises dissociativas tinham uma probabilidade muito maior de desenvolver medo de sair sozinhos ou estar num lugar com multid\u00f5es ou onde a fuga pudesse ser dif\u00edcil. Muitas vezes isso acontece porque os pacientes temem a sensa\u00e7\u00e3o de desconforto\/vulnerabilidade ou a confus\u00e3o potencialmente geradas por uma crise.<\/p>\n\n\n\n<p>Os pacientes com crises dissociativas tamb\u00e9m se sentem \u00e0s vezes preocupados com as consequ\u00eancias destas. &#8220;Talvez depois eu n\u00e3o possa recuperar?&#8221;, &#8220;Talvez eu v\u00e1 ficar incapacitado, ou &#8216;fora do meu controlo&#8217; de alguma forma&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c0s vezes, a crise dissociativa \u00e9 a maneira do seu corpo de &#8220;se livrar&#8221; das sensa\u00e7\u00f5es horr\u00edveis que se experienciam durante a fase de alerta. N\u00e3o \u00e9 que esteja deliberadamente perdendo a consci\u00eancia mas, pelo menos, termina os sintomas de alerta e \u00e0s vezes \u00e9 assim que um padr\u00e3o de crises se estabelece.<\/p>\n\n\n\n<p>Ent\u00e3o, poder\u00e1 estar a perguntar-se, como \u00e9 que tudo isto ajuda?<\/p>\n\n\n\n<p>Se aprender a reconhecer os seus sintomas de alerta, mesmo que estes durem apenas alguns segundos, poder\u00e1, com o tempo, aprender como os controlar o suficiente para evitar uma crise, recuperando assim o controlo da situa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Leia a pr\u00f3xima p\u00e1gina para saber mais.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>1. N\u00e3o se assuste!&nbsp;<\/strong>&#8211; surgem pensamentos assustadores quando recebe esses sintomas?<\/p>\n\n\n\n<p>Estes podem ser alguns dos pensamentos<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;eu vou magoar-me?&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;isto ser\u00e1 muito embara\u00e7oso?&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Isto \u00e9 epilepsia?&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Posso morrer durante a crise?&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p>H\u00e1 respostas para todas estas perguntas que n\u00e3o s\u00e3o t\u00e3o m\u00e1s quanto se possa pensar<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;eu vou magoar-me?&#8221; &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.. Possivelmente, contus\u00f5es podem ser comuns e, ocasionalmente, os pacientes podem fraturar um osso, embora isso seja raro. Os m\u00e9dicos que trabalham nesta \u00e1rea habitualmente n\u00e3o v\u00eaem pacientes com les\u00f5es fatais. Parte de si est\u00e1 consciente durante a crise, mas n\u00e3o consegue lembrar-se disso depois. Isto parece prevenir les\u00f5es s\u00e9rias. Nos beb\u00e9s isso n\u00e3o pode n\u00e3o estar garantido e, em particular, um n\u00famero muito pequeno de pacientes parece autoagredir-se &nbsp;durante os crises sem se aperceber.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;isto ser\u00e1 muito embara\u00e7oso?&#8221; &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;. Talvez um pouco, mas valer\u00e1 realmente a pena evitar todas as coisas que gosta de fazer por causa disso?<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Isto \u00e9 epilepsia?&#8221; &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.. &#8230;.. N\u00e3o &#8211; se n\u00e3o tem certeza por que n\u00e3o perguntar ao seu m\u00e9dico<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Posso morrer durante uma crise?&#8221; &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.. N\u00e3o &#8211; isso nunca aconteceu<\/p>\n\n\n\n<p>2. Tente distrair-se<\/p>\n\n\n\n<p>Os sintomas de aviso podem tornar dif\u00edcil a concentra\u00e7\u00e3o noutra coisa. Naqueles poucos segundos antes de uma crise, os seus pensamentos podem ser subjugados pelas sensa\u00e7\u00f5es f\u00edsicas que est\u00e1 a sentir.<\/p>\n\n\n\n<p>Se conseguir aprender a concentrar-se noutra coisa ou a distrair-se, isso pode ajudar. Por exemplo<\/p>\n\n\n\n<p>uma t\u00e9cnica poder\u00e1 ser<\/p>\n\n\n\n<p>a. contar para tr\u00e1s de 100 a 0 em setes, &#8220;100,93, 86, 79&#8221; ou quatro &#8220;100,96,92 etc&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p>b. Pegue uma revista e comece a ler<\/p>\n\n\n\n<p>c. Fale com algu\u00e9m<\/p>\n\n\n\n<p>d. Tente jogar um jogo no telem\u00f3vel ou outro dispositivo<\/p>\n\n\n\n<p>e. Tente cantar uma m\u00fasica favorita<\/p>\n\n\n\n<p>Esses s\u00e3o os tipos de t\u00e9cnicas que um psic\u00f3logo o poder\u00e1 ensinar. Estas tamb\u00e9m s\u00e3o usadas para ajudar as pessoas a superar os ataques de p\u00e2nico. Ataques de p\u00e2nico e crises dissociativas n\u00e3o s\u00e3o a mesma coisa. Mas geralmente t\u00eam muito em comum.<\/p>\n\n\n\n<p>Sensory Grounding \u00e9 outra t\u00e9cnica (ver abaixo na figura).<\/p>\n\n\n\n<p>Espreite a p\u00e1gina&nbsp;Ansiedade e P\u00e2nico&nbsp;deste site para mais informa\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p>3. Fa\u00e7a com que as outras pessoas se acalmem<\/p>\n\n\n\n<p>Um problema pode ser o facto das pessoas em seu redor ficam alarmadas em rela\u00e7\u00e3o a si enquanto tem uma crise. Tamb\u00e9m para eles poder\u00e1 ser ben\u00e9fica a leitura deste site. Mesmo que n\u00e3o se consiga lembrar da crise, parte de si est\u00e1 consciente durante a crise. Se as pessoas em seu redor estiverem alarmadas, isso vai piorar a situa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>As pessoas em seu redor devem: Manter a calma, prestar apoio, certificarem-se que ter espa\u00e7o ao seu redor, n\u00e3o colocar nada nar sua boca, espere que a crise termine e encoraj\u00e1-lo(a) a acordar depois. Poder\u00e1 at\u00e9 ser capaz de continuar a tarefa que estava a realizar, no trabalho ou na faculdade, por exemplo.<\/p>\n\n\n\n<p>As coisas que indicam que est\u00e1 a progredir com estas t\u00e9cnicas incluem:<\/p>\n\n\n\n<p>1. Come\u00e7a a ter mais sintomas de aviso. Muitas vezes as pessoas t\u00eam mais avisos quando as crises come\u00e7am. \u00c0 medida que elas continuam, os avisos podem ficar mais curtos at\u00e9 cessarem. \u00c0s vezes as pessoas recebem avisos mas esquecem-se devido \u00e0 crise. Familiares ou amigos podem not\u00e1-lo um pouco vazio ou cansado, mais do que o habitual. \u00c0 medida que aprende mais sobre as crises, \u00e9 poss\u00edvel tomar conhecimento de uma fase de alerta da qual n\u00e3o tivesse consci\u00eancia anteriormente.<\/p>\n\n\n\n<p>2. Reconhece os sintomas de alerta, mas fica menos alarmado quando estes surgem. Compreender o seu diagn\u00f3stico, compreender o que \u00e9 a dissocia\u00e7\u00e3o e os sintomas de &#8216;luta ou fuga&#8217; podem ter o efeito de reduzir o seu alarme geral em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 situa\u00e7\u00e3o<\/p>\n\n\n\n<p>3. Os seus sintomas de alerta passaram a ser mais longos. Este \u00e9 um dos objetivos do tratamento. Quanto mais tempo puder tolerar os sintomas de alerta sem perder a consci\u00eancia, mais perto estar\u00e1 de os controlar<\/p>\n\n\n\n<p>4. J\u00e1 come\u00e7ou a evitar alguns dos epis\u00f3dios. Ao aprender a distrair-se ou a ficar menos alarmado com os sintomas, poder\u00e1 descobrir que s\u00f3 tem o sintoma de alerta e n\u00e3o a crise.<\/p>\n\n\n\n<p>5. Voc\u00ea passou a estar consciente durante toda a crise. Isso pode ser assustador para pacientes que geralmente ficavam inconscientes ou com amn\u00e9sia para uma crise. Mas se isso acontecer consigo, mostra que est\u00e1 a come\u00e7ar a ter mais consci\u00eancia dos epis\u00f3dios e \u00e9 mais um passo na dire\u00e7\u00e3o certa.<\/p>\n\n\n\n<p>Os pacientes com crises dissociativas ficam muitas vezes confusos com o car\u00e1cter aparentemente aleat\u00f3rio dos seus ataques.<\/p>\n\n\n\n<p>Muitas vezes estes s\u00e3o completamente aleat\u00f3rios, mas \u00e0s vezes s\u00e3o menos aleat\u00f3rios do que possa imagina. As situa\u00e7\u00f5es mais comuns nas quais as crises dissociativas ocorrem s\u00e3o<\/p>\n\n\n\n<p><strong>1. Sentado ou deitado em repouso, sem estar ocupado.<\/strong>&nbsp;Nesse estado de repouso, o seu corpo fica muito mais vulner\u00e1vel a uma crise. O seu c\u00e9rebro n\u00e3o est\u00e1 focado ou distra\u00eddo com outras coisas. \u00c9 mais f\u00e1cil estar ciente de sensa\u00e7\u00f5es f\u00edsicas como respira\u00e7\u00e3o, batimentos card\u00edacos ou tonturas.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>2. Em situa\u00e7\u00f5es com muitas pessoas\/ locais onde a fuga \u00e9 dif\u00edcil.&nbsp;<\/strong>Mesmo que n\u00e3o esteja conscientemente a pensar nisso, alguns pacientes com crises dissociativas ter\u00e3o maior probabilidade de ter uma em situa\u00e7\u00f5es nas quais as consequ\u00eancias da crise ser\u00e3o mais acentuadas. Muitas vezes, isso ocorre num shopping ou cinema, por exemplo, e \u00e9 mais embara\u00e7oso do que ter uma crise em casa. Quanto mais antecipar a possibilidade de uma crise ataque e as suas consequ\u00eancias adversas, mais prov\u00e1vel \u00e9 que isso aconte\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<p>3.&nbsp;<strong>desencadeada por pensamentos e mem\u00f3rias<\/strong>. Alguns pacientes com crises dissociativas podem aperceber-se que as suas crises s\u00e3o desencadeadas por mem\u00f3rias ou pensamentos desagrad\u00e1veis.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>4. Em situa\u00e7\u00f5es m\u00e9dicas.<\/strong>&nbsp;Geralmente na sala de espera ou na sala de consulta. Isso parece ser por causa da expectativa de ter que falar sobre as crises com um m\u00e9dico e simplesmente pensar sobre isso.<\/p>\n\n\n\n<p>Quando est\u00e1 sob stress, por exemplo, durante uma discuss\u00e3o ou a correr para chegar a algum lugar, o seu c\u00e9rebro est\u00e1 frequentemente distra\u00eddo demais para que a crise ocorre. \u00c9 por isso que as crises dissociativas geralmente n\u00e3o ocorrem quando as pessoas est\u00e3o stressadas com outra coisa.<\/p>\n\n\n\n<p>Aprender a atuar perante sintomas de aviso &#8230;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>The aim of treatment is to find strategies to help you regain control<\/p>\n","protected":false},"author":65,"featured_media":1823,"parent":1012,"menu_order":304,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"page-template\/symptom-details-page-template.php","meta":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/neurosymptoms.org\/pt_PT\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/649"}],"collection":[{"href":"https:\/\/neurosymptoms.org\/pt_PT\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/neurosymptoms.org\/pt_PT\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/neurosymptoms.org\/pt_PT\/wp-json\/wp\/v2\/users\/65"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/neurosymptoms.org\/pt_PT\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=649"}],"version-history":[{"count":200,"href":"https:\/\/neurosymptoms.org\/pt_PT\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/649\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":15772,"href":"https:\/\/neurosymptoms.org\/pt_PT\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/649\/revisions\/15772"}],"up":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/neurosymptoms.org\/pt_PT\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/1012"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/neurosymptoms.org\/pt_PT\/wp-json\/wp\/v2\/media\/1823"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/neurosymptoms.org\/pt_PT\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=649"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}