{"id":465,"date":"2020-10-16T06:54:06","date_gmt":"2020-10-16T06:54:06","guid":{"rendered":"https:\/\/ftd.cognihealth.in\/?page_id=465"},"modified":"2024-11-01T03:24:38","modified_gmt":"2024-11-01T03:24:38","slug":"fnd-is-not-imagined","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/neurosymptoms.org\/pt_PT\/causes\/fnd-is-not-imagined\/","title":{"rendered":"As PNF s\u00e3o fruto da imagina\u00e7\u00e3o?"},"content":{"rendered":"\n<p>A resposta \u00e9 simples: N\u00e3o!<\/p>\n\n\n\n<p>Muitas vezes os doentes com sintomas neurol\u00f3gicos funcionais e dissociativos sentem que ningu\u00e9m acredita neles. Isto acontece em parte porque poucos m\u00e9dicos t\u00eam conhecimentos sobre sintomas f\u00edsicos que n\u00e3o se devem a uma doen\u00e7a e porque a investiga\u00e7\u00e3o nesta \u00e1rea \u00e9 tamb\u00e9m escassa.<\/p>\n\n\n\n<p>Alguns m\u00e9dicos de facto n\u00e3o acreditam que os doentes tenham esses sintomas mas outros acreditam e est\u00e3o verdadeiramente dispostos a ajudar.<\/p>\n\n\n\n<p>Se os sintomas de facto existem mas n\u00e3o h\u00e1 uma doen\u00e7a, de que se trata afinal? Ser\u00e1 que est\u00e1 a imaginar?<\/p>\n\n\n\n<p>A resposta \u00e9 que voc\u00ea n\u00e3o est\u00e1 a imaginar ou a inventar os seus sintomas e tamb\u00e9m n\u00e3o est\u00e1 a enlouquecer. Voc\u00ea tem sintomas funcionais \/ dissociativos.<\/p>\n\n\n\n<p>Compreender esta situa\u00e7\u00e3o pode levar tempo. Voc\u00ea n\u00e3o tem uma doen\u00e7a, mas tamb\u00e9m n\u00e3o est\u00e1 a imaginar.<\/p>\n\n\n\n<p>Os pontos seguintes poder\u00e3o ajud\u00e1-lo.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>\u2022O exemplo da enxaqueca.&nbsp;<\/strong>A compara\u00e7\u00e3o dos seus sintomas com os de uma enxaqueca pode ajudar. Esta \u00e9 uma situa\u00e7\u00e3o comum em que as an\u00e1lises e os exames de imagem cerebral s\u00e3o normais mas existem v\u00e1rios tipos de sintomas neurol\u00f3gicos como ver pontos brilhantes, sensa\u00e7\u00e3o de formigueiro numa metade do corpo ou mesmo perda de for\u00e7a nos membros. Na enxaqueca sabe-se um pouco mais sobre que partes do c\u00e9rebro funcionam mal e quais os neur\u00f3nios que est\u00e3o a disparar de forma anormal, mas ainda assim \u00e9 um diagn\u00f3stico que se baseia na sua hist\u00f3ria.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2022<strong>Quando algu\u00e9m est\u00e1 hipnotizado isso \u00e9 &#8220;da sua mente&#8221; ou um &#8220;estadio cerebral alterado&#8221;?&nbsp;<\/strong>Muitas pessoas s\u00e3o suscet\u00edveis de serem hipnotizadas. Todos j\u00e1 vimos pessoas na TV a serem hipnotizadas, n\u00e3o estando em pleno controlo dos seus pensamentos ou comportamentos. N\u00e3o \u00e9 necess\u00e1rio estar psicologicamente debilitado para se ser hipnotizado. \u00c9 um transe hipn\u00f3tico, um estadio cerebral alterado ou um estadio da mente? A resposta pode ser qualquer uma delas. Para sermos mais exatos, a pergunta \u00e9 que est\u00e1 errada. De igual forma, quando as pessoas t\u00eam sintomas funcionais ou dissociativos n\u00e3o faz sentido perguntar se est\u00e1 tudo na mente. A mente e o c\u00e9rebro s\u00e3o igualmente importantes.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2022<strong>Porque \u00e9 que podemos admitir sem problema que uma pessoa com esclerose m\u00faltipla est\u00e1 deprimida?&nbsp;<\/strong>Muitos doentes com doen\u00e7as neurol\u00f3gicas ficam deprimidos e ansiosos. A dor, incapacidade, incerteza quanto ao futuro, a mudan\u00e7a no emprego e nas rela\u00e7\u00f5es podem contribuir. O que \u00e9 interessante \u00e9 que, habitualmente, quem tem o diagn\u00f3stico de esclerose m\u00faltipla tem maior facilidade em dizer que se est\u00e1 a sentir em baixo ou preocupado. Uma vez que ningu\u00e9m questiona a sua doen\u00e7a neurol\u00f3gica, n\u00e3o h\u00e1 problema em admitir tal situa\u00e7\u00e3o &#8211; as pessoas s\u00e3o muitas vezes emp\u00e1ticas.<\/p>\n\n\n\n<p>Muitas pessoas com sintomas funcionais N\u00c3O est\u00e3o deprimidas ou ansiosas.&nbsp;Mas se estiverem, isso pode ser dif\u00edcil de contar \u00e0s pessoas. Por exemplo, quando algu\u00e9m tem falta de for\u00e7a funcional com dor e fadiga, v\u00e1rias raz\u00f5es podem impedi-la de transmitir que se sente preocupada ou em baixo:<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&#8211; as pessoas nunca ouviram falar da sua situa\u00e7\u00e3o e por isso v\u00e3o questionar se \u00e9 &#8220;real&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&#8211; receio que os m\u00e9dicos atribuam todos os sintomas a ansiedade e depress\u00e3o<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&#8211; devido \u00e0 variabilidade dos sintomas, os doentes com &#8220;dias bons&#8221; podem pensar que por vezes est\u00e3o a imaginar os sintomas (mesmo quando n\u00e3o se sentem bem).<\/p>\n\n\n\n<p>H\u00e1 quem invente estes sintomas?<\/p>\n\n\n\n<p>A resposta a esta pergunta \u00e9 sem d\u00favida (e infelizmente) sim, mas isso parece ser raro. Nos \u00faltimos anos, mais casos de pessoas que obtiveram benef\u00edcios fraudolentos se tornaram p\u00fablicos.<\/p>\n\n\n\n<p>Por exemplo, um homem foi filamdo a jogar futebol quando ele dizia andar de cadeira de rodas. Outro foi filmado a levantar caixas pesadas quando ele afirmava n\u00e3o poder carregar nada.<\/p>\n\n\n\n<p>Em outro caso, um homem que afirmava ser cego e fora indemnizado pelo dano, foi preso por circular a alta velocidade numa auto-estrada.<\/p>\n\n\n\n<p>Quando os doentes que est\u00e3o a simular s\u00e3o examinados, eles podem ter alguns dos sinais positivos que os doentes com sintomas funcionais t\u00eam mas h\u00e1 diferen\u00e7as importantes.<\/p>\n\n\n\n<p>Eles tendem a contar hist\u00f3rias muito inconsistentes (porque tamb\u00e9m est\u00e3o a invent\u00e1-las). Eles n\u00e3o t\u00eam o mesmo tipo de hist\u00f3ria cl\u00ednica que os doentes que genuinamente vivem os sintomas e pode haver uma situa\u00e7\u00e3o legal ou outra raz\u00e3o \u00f3bvia para os sintomas (embora isto n\u00e3o signifique que qualquer pessoa com situa\u00e7\u00f5es legais invente os seus sintomas).<\/p>\n\n\n\n<p>H\u00e1 tamb\u00e9m algumas pessoas que fingem os seus sintomas para ter acesso a um hospital ou ser operado. Quando isto acontece denomina-se dist\u00farbio fact\u00edcioso, e de um modo geral, \u00e9 tamb\u00e9m raro. \u00c9 considerado uma altera\u00e7\u00e3o do comportamento como a auto-mutila\u00e7\u00e3o deliberada.<\/p>\n\n\n\n<p>Portanto, por vezes as pessoas fingem os sintomas e isso pode ser dif\u00edcil de dizer. Alguns m\u00e9dicos (e por vezes os doentes) cometem um grande erro ao pensar que a maioria dos doentes com sintomas funcionais est\u00e1 a fingir.<\/p>\n\n\n\n<p>Alguns doentes com sintomas funcionais percebem que os seus sintomas aparecem e desaparecem de uma forma estranha. Isso pode lev\u00e1-los a perguntar-se se est\u00e3o a provoc\u00e1-los. Isto \u00e9 um sentimento comum e n\u00e3o significa que os estejam a provocar.<\/p>\n\n\n\n<p>Por que parece que as outras pessoas e os profissionais de sa\u00fade n\u00e3o levam os meus sintomas a s\u00e9rio?<\/p>\n\n\n\n<p>Se visitou este s\u00edtio para auto-ajuda, este \u00e9 um ponto importante. De forma compreens\u00edvel os doente n\u00e3o querem ter um diagn\u00f3stico que possa ser confundido com simula\u00e7\u00e3o de doen\u00e7a. Explic\u00e1mos acima que essa situa\u00e7\u00e3o \u00e9 rara mas, n\u00e3o obstante, alguns profissionais de sa\u00fade est\u00e3o eles pr\u00f3prios confusos em rela\u00e7\u00e3o aos doentes com sintomas funcionais e podem ter uma atitude menos correta em rela\u00e7\u00e3o aos seus sintomas.<\/p>\n\n\n\n<p>Na realidade, a maioria dos profissionais de sa\u00fade tem uma atitude positiva face aos seus sintomas mas t\u00eam dificuldade em comunic\u00e1-la. Os doentes podem sentir-se ofendidos pelos profissionais de sa\u00fade mesmo quando eles acreditam no problema e est\u00e3o a tentar ajudar.<\/p>\n\n\n\n<p>Que outros nomes s\u00e3o usados para descrever esses sintomas?<\/p>\n\n\n\n<p>Ao longo dos anos foram atribu\u00eddos v\u00e1rios nomes aos sintomas neurol\u00f3gicos funcionais e dissociativos.<\/p>\n\n\n\n<p>Muitos desses r\u00f3tulos s\u00e3o &#8220;psiqui\u00e1tricos&#8221; e baseiam-se na ideia de que os sintomas est\u00e3o &#8220;todos na mente&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p>Muitas vezes h\u00e1 fatores psicol\u00f3gicos relacionados com os sintomas neurol\u00f3gicos funcionais e dissociativos, mas os sintomas n\u00e3o s\u00e3o fingidos. Muitos especialistas acreditam que esses sintomas est\u00e3o na interface entre o c\u00e9rebro e a mente, entre a neurologia e a psiquiatria, e \u00e9 por isso que \u00e9 dif\u00edcil responder quando as pessoas (e doentes) perguntam &#8220;\u00e9 neurol\u00f3gico ou psicol\u00f3gico?&#8221; A evid\u00eancia sugere que se trata de ambas e que na realidade esta quest\u00e3o n\u00e3o faz sentido dado o que sabemos sobre o modo de funcionamento das vias do movimento e das emo\u00e7\u00f5es no c\u00e9rebro.<\/p>\n\n\n\n<p>Esta lista pode n\u00e3o ser f\u00e1cil de ler e, ainda que possa ser perturbador ver alguns dos termos, pode ajud\u00e1-lo a saber mais sobre eles.<\/p>\n\n\n\n<p><em>Dist\u00farbio conversivo<\/em>&nbsp;&#8211; \u00e9 um termo popularizado por Sigmund Freud e usado na classifica\u00e7\u00e3o americana de dist\u00farbios psiqui\u00e1tricos (DSM-IV). Diz respeito \u00e0 ideia de que os doentes est\u00e3o a &#8220;converter&#8221; as suas preocupa\u00e7\u00f5es mentais em sintomas f\u00edsicos. Dist\u00farbio coversivo refere-se a sintomas de falta de for\u00e7a muscular, perturba\u00e7\u00f5es do movimento, sintomas sensitivos e crises n\u00e3o-epil\u00e9ticos. O princ\u00edpio da &#8220;convers\u00e3o&#8221; \u00e9 algo que se pode aplicar a uma pequena minoria de doentes, mas existe pouca evid\u00eancia experimental desse princ\u00edpio para a maioria deles (habitualmente quanto mais graves s\u00e3o os sintomas, mais angustiado est\u00e1 o doente). Na pr\u00f3xima revis\u00e3o da classifica\u00e7\u00e3o psiqui\u00e1trica (DSM-V) o termo poder\u00e1 ser alterado para dist\u00farbio com sintomas neurol\u00f3gicos funcionais e a necessidade de um evento psicologicamente stressante relacionado com os sintomas ser\u00e1 provavelmente eliminado.<\/p>\n\n\n\n<p><em>Dist\u00farbio Dissociativo&nbsp;<\/em>&#8211; \u00e9 como os sintomas s\u00e3o descritos na Classifica\u00e7\u00e3o Internacional de Doen\u00e7as. Veja a p\u00e1gina dissocia\u00e7\u00e3o para mais informa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p><em>N\u00e3o-Org\u00e2nico&nbsp;<\/em>&#8211; \u00e9 um termo que os m\u00e9dicos usam para os sintomas que n\u00e3o se devem a uma doen\u00e7a identificavel. Isso implica que o problema seja puramente psicol\u00f3gico.<\/p>\n\n\n\n<p><em>Psicog\u00e9nico<\/em>&nbsp;&#8211; \u00e9 um termo frequentemente usado para descrever estes sintomas, especialmente crises epil\u00e9ticas dissociativas e dist\u00farbios do movimento. Mais uma vez implica que o problema seja puramente psicol\u00f3gico.<\/p>\n\n\n\n<p><em>Psicossom\u00e1tico<\/em>&nbsp;&#8211; passou a significar o mesmo que psicog\u00e9nico apesar de o seu significado original pretender descrever o modo como o corpo afeta a amente bem como o processo pisopatol\u00f3gico que afeta o corpo.<\/p>\n\n\n\n<p><em>Somatiza\u00e7\u00e3o<\/em>&nbsp;&#8211; sugere que a pessoa tem sintomas f\u00edsicos que se devem \u00e0 ang\u00fastia mental. O argumento aqui \u00e9 semelhante ao do &#8220;dist\u00farbio conversivo&#8221;. O dist\u00farbio de somatiza\u00e7\u00e3o descreve a situa\u00e7\u00e3o em que a pessoa tem um grande historial de sintomas f\u00edsicos que n\u00e3o se devem a doen\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<p><em>Histeria<\/em>&nbsp;&#8211; \u00e9 um termo utilizado desde h\u00e1 cerca de 2000 anos. Significa &#8220;\u00fatero errante&#8221; e vem da ideia da Gr\u00e9cia Antiga de que as mulheres que tinham sintomas f\u00edsicos tinham um problema com o seu \u00fatero que viajava por todo o corpo. Nos s\u00e9culos 18 e 19 era usado para descrever os sintomas f\u00edsicos n\u00e3o explicados por doen\u00e7a. No s\u00e9culo 20 o seu uso foi restringido para sintomas neurol\u00f3gicos e atualmente \u00e9 raramente utilizado.<\/p>\n\n\n\n<p>Os doentes com sintomas funcionais e dissociativos tiveram muitas vezes tratamentos injustos por parte dos m\u00e9dicos ao longos dos \u00faltimos 100 anos. Tradicionalmente, os neurologistas tinham um papel que se limitava ao diagn\u00f3stico do doente e seu encaminhamento para um psiquiatra para tratamento.<\/p>\n\n\n\n<p>Muitos neurologistas adquiriram uma vis\u00e3o muito pobre deste tipo de problemas ao longo dos anos. Existe uma tend\u00eancia entre alguns neurologistas de ver estes sintomas com suspei\u00e7\u00e3o. Outros neurologistas s\u00e3o emp\u00e1ticos mas n\u00e3o se v\u00eaem eles pr\u00f3prios com capacidade de lidar com o problema. Alguns neurologistas tiram conclus\u00f5es indevidas sobre problemas psiqui\u00e1tricos ou traum\u00e1ticos pr\u00e9vios que podem ser completamente in\u00fateis. Os doentes habitualmente apercebem-se disso, o que pode em parte explicar por que raz\u00e3o muitas vezes n\u00e3o acreditam no diagn\u00f3stico que lhes \u00e9 transmitido.<\/p>\n\n\n\n<p>A maioria dos psiquiatras, a n\u00e3o ser que trabalhem de perto com neurologistas, tamb\u00e9m se sentem inseguros na abordagem de sintomas funcionais e dissociativos e muitas vezes questionam se n\u00e3o estar\u00e1 por detr\u00e1s por doen\u00e7a neurol\u00f3gica. Discuti em outras partes deste website como os psic\u00f3logos e psiquiatras podem ser \u00fateis nestas doen\u00e7as mesmo que n\u00e3o exista depress\u00e3o ou ansiedade. Os psiquiatras de liga\u00e7\u00e3o \/ consultores em psicologia m\u00e9dica t\u00eam forma\u00e7\u00e3o espec\u00edfica nesta \u00e1rea e compreender\u00e3o essas doen\u00e7as.<\/p>\n\n\n\n<p>Os doentes com sintomas funcionais referenciados a psiquiatras sentem muitas vezes que o m\u00e9dico apenas diz que est\u00e1 &#8220;tudo na mente&#8221;. Compreensivelmente eles podem ser defensivos ao falar com um psiquiatra pelo que a consulta pode acabar por ser in\u00fatil.<\/p>\n\n\n\n<p>Como consequ\u00eancia de todos estes fatores, os doentes com sintomas funcionais e dissociativos viram-se muitas vezes &#8220;cair pelas lacunas&#8221; da medicina.<\/p>\n\n\n\n<p>Reinventar a roda nos dist\u00farbios &#8220;nervosos&#8221; funcionais<\/p>\n\n\n\n<p>H\u00e1 100 anos atr\u00e1s os neurologistas e psiquiatras tinham a vis\u00e3o de que estes sintomas eram primariamente um problema com o funcionamento do sistema nervoso e que embora os fatores psicol\u00f3gicos fossem importantes eles podiam estar ausentes e n\u00e3o eram o \u00fanico fator importante.<\/p>\n\n\n\n<p>Os neurologistas estavam interessados no diagn\u00f3stico e tratamento do problema e escreveram livros sobre &#8220;dist\u00farbios nervosos funcionais&#8221; com muito de senso comum. A roda est\u00e1 finalmente a voltar a esse ponto de vista.<\/p>\n\n\n\n<p>No meu ponto de vista, muitas das dificuldades nesta \u00e1rea podiam ser superados se os profissionais de sa\u00fade fossem mais instru\u00eddios sobre o diagn\u00f3stico e tratamento destas doen\u00e7as.<\/p>\n\n\n\n<p>Pode ler um artigo de revis\u00e3o escrito para m\u00e9dicos clicando neste&nbsp;link.<\/p>\n\n\n\n<p>Lembre-se, os seus sintomas s\u00e3o reais, mesmo que o fa\u00e7am sentir que n\u00e3o s\u00e3o!<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>FND means neurological symptoms are REALLY happening<\/p>\n","protected":false},"author":65,"featured_media":0,"parent":1010,"menu_order":154,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"page-template\/symptom-details-page-template.php","meta":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/neurosymptoms.org\/pt_PT\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/465"}],"collection":[{"href":"https:\/\/neurosymptoms.org\/pt_PT\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/neurosymptoms.org\/pt_PT\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/neurosymptoms.org\/pt_PT\/wp-json\/wp\/v2\/users\/65"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/neurosymptoms.org\/pt_PT\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=465"}],"version-history":[{"count":207,"href":"https:\/\/neurosymptoms.org\/pt_PT\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/465\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":15643,"href":"https:\/\/neurosymptoms.org\/pt_PT\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/465\/revisions\/15643"}],"up":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/neurosymptoms.org\/pt_PT\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/1010"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/neurosymptoms.org\/pt_PT\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=465"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}